terça-feira, 19 de junho de 2018

Plot Twist

Nada dura para sempre.
Depois de quase sete anos, as coisas pararam de dar certo e o namoro acabou (na verdade já faz um tempinho que isso aconteceu mas só agora tô escrevendo sobre isso).
Quer dizer, meu post antes deste, o da viagem sozinha, já estava anunciando bastante o que estava acontecendo, então não é novidade pra ninguém.

Faço minhas as seguintes palavras:
"o amor chega exatamente quando deveria, e o amor vai embora exatamente quando deve".




Se eu estou bem?
Sei lá. Um dia de cada vez.

domingo, 22 de abril de 2018

Traveling Solo 01, Dia 03, 04 e 05.

No terceiro dia de viagem eu resolvi que iria pra Paraty, no Rio de Janeiro, que fica há cerca de 1 hora e 25 minutos da onde eu estava em Ubatuba.
Chegar de carro lá foi tranquilo, até porque boa parte do caminho tem o limite de velocidade de 40 km/h, e a velocidade máxima na maior parte do trecho da estrada é de 80 km/h, e eu respeito o limite bonitinho.
Pois chegando lá, nem 10 minutos passeando na cidade, já me abordaram em inglês perguntando se eu "speak english". Respondi "fi, sou brasileira".
Enfim, resolvi dar um rolê de barquinho pra aproveitar o dia. Ficou 53 reais a passagem de barco, sendo esses 3 reais uma taxa que, segundo o guia, o prefeito "embolsa" de todo mundo pro barco poder atracar no cais.
Foi bem legalzinho o passeio, tinha um inglês no barco que era a cara do cantor Sting, teve um cara que quase se afogou porque superestimou suas habilidades de nadador e teve uns lugares bem bonitinhos. Mas fazer esse tipo de passeio sozinha é levemente entediante, principalmente quando só tem casal no barco e você é a única pessoa sozinha que todo mundo duvida se fala português ou não. Fomos numas quatro ou cinco localizações mas eu nem lembro o nome de nenhuma direito, acho que tinha Ilha da Lula e Praia Vermelha no meio.


Bateu maior vontade de me jogar aqui mas aí até me acharem eu estaria podre e inchada e ficaria feiona no caixão.

Acho que essa aqui é a ilha do Prumirim, numa parada que eu fiz na beira da estrada.


Sei lá que igreja é essa, mas fica em Paraty perto do Cais 


Uma ilha de algum podre de rico qualquer


"Áquario natural" ou algo do tipo, sei lá.

Uns peixes e um mulher lá qualquer


Derrama, senhor.

Fiquei pensando no que os índios viram quando os portugueses resolveram aparecer aqui.

Praia vermelha, sei lá


Segundo s histórias bíblicas, Lúcifer era conhecido como Estrela da Manhã ou algo do tipo, antes dele ser botado pra correr do céu.



A trouxa se sentindo Amir Klink


Cais

Linda Paraty, pena que dá pra torcer o pé várias vezes.




Voltei pra Ubatuba no mesmo dia e, no dia seguinte, resolvi ir pra ilha do Prumirim mas até parece que ia dar certo e o mar estaria de boa e limpinho. Estava turvo, arrastando e não tinha nada pra fazer lá.




Aqui eu já estava perdendo a vontade de existir de novo



Voltei cedo, cheguei em casa e até queria ir pra piscina um pouco mas o cansaço e o desânimo me venceram e eu acabei dormindo das 16h até umas 20h, pra acordar, comer e voltar a dormir.
Yay.

Voltei no dia seguinte porque estava de saco cheio já.

Essas foram as minhas maravilhosas aventuras na solidão, recomendo a todos.

terça-feira, 17 de abril de 2018

Traveling Solo 01, Dia 01 e 02.

Talvez eu me arrependa deste post mas tanto faz, ninguém mais lê blog mesmo hoje em dia então beleza.
Eu tirei um pequeno período de férias do trabalho para poder ficar sozinha, pensar na vida e curtir minha própria companhia. Ver se sou capaz de conviver comigo mesma sem mais ninguém por perto.
Vim para Ubatuba, como sempre costumo vir com minha pessoa amada. Sai de São Paulo num friozinho desgraçdo e cheguei aqui num clima muito confortável. Peguei uma chuva fortinha na serra, mas na maior parte do percurso a estrada era toda minha.
Chegando aqui deu tudo meio que errado... minha bicicleta tava com o pneu murcho (furado de novo) e a corrente solta. Resolvi ficar de boa o resto da tarde e de noite fiquei assistindo RuPaul's Drag Race. Dormi cedo ouvindo uma chuvinha calma, torcendo pelo sol no dia seguinte.


Hoje eu acordei cedo com o sol me estapeando a cara e resolvi ir pra piscina. Eu e Flammy, minha bóia de flamingo.

Alá eu e o Flammy.

Old Russian Lady: "I'm so poor, please buy my potato"

Aí resolvi aproveitar o dia, claro Fui dar uma volta andando, já que a bicicleta estava zoada. Fui até o píer em que fui pedida em casamento há quatro anos, e pra minha surpresa ele estava todo diferente. Reformaram e revitalizaram, porém a parte antiga ainda estava lá, destruída. Foi bem interessante, o dia estava tão lindo e eu estava ouvindo minhas músicas preferidas no fone de ouvido. Fiquei lá observando o mar e os barquinhos no mar.
Impossível não me lembrar de Maysa Matarazzo cantando:

"Dia de luz, festa de sol
Um barquinho a deslizar no macio azul do mar
Tudo é verão, amor se faz
Num barquinho pelo mar que desliza sem parar
Sem intenção, nossa canção
Vai saindo deste mar e o sol"


A parte antiga agora está inacessível.

Eu costumava vir aqui observar os barcos e as tartarugas marinhas.

Agora foi construído esse lugar para os barquinhos atracarem.

Sentei aqui pra sentir o balanço da pataforma e pensar um pouco na vida.

Aí depois fui almoçar, caminhei mais e voltei. Depois resolvi ir pra praia mesmo, entrar no mar mas ele estava de ressaca e meio violento, arrastando muito e com ondas fortes, então não fiquei muito, apesar da temperatura da água estar muito boa. Não tirei foto pois tudo que levei foi as chinela e a chave.

Aí agora neste momento são 17:31 e eu estou aproveitando o silêncio deste lugar e o fim da tardinha, assistindo o sol querer se pôr enquanto desfruto de uma coca-cola e um saco de fandangos, que será minha janta pois preguiça até de fazer um miojo.

Mas sabe, até que está sendo bom aproveitar mais minha própria companhia. Eu, que sempre fui meio sozinha, tinha me esquecido como é estar sozinha mesmo. Se eu falei 10 palavras hoje foi muito, mas em compensação eu estou bem e tranquila. Estava com saudade do silêncio e de poder ser eu comigo mesma. Depender de mim e só de mim se eu quiser fazer qualquer coisa.

Vamos ver o dia de amanhã como será.

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Morreu, mas passa bem.

Faz uma caralhada de tempo que não passo por aqui, pois é. Eu perdi o hábito de escrever, e também a vontade. Na verdade, a vontade de escrever foi embora faz tempo, bem como a vontade de existir, de falar, de desenhar, de ler, de fazer qualquer coisa além de deitar em berço esplêndido e ficar esperando Deus (ou o Diabo) me levar embora. E tudo começou em 2014.

Em 2014 eu passei por duas perdas familiares muito difíceis para mim, com apenas três meses de diferença entre estas, e a partir daí, as coisas começaram a ir por uma espiral decadente de tristeza, alucinações e vontade de cessar de existir. Não vou entrar em detalhes, apenas digo que foi um período de 2 anos em que eu fiquei muito, muito mal, até resolver procurar ajuda profissional pois já não via nenhum motivo para continuar "aqui".

Eu já não enxergava motivos nenhum para continuar nessa vida bandida. Pra quê estudar? Pra que trabalhar? Pra que levantar da cama, se não fará diferença alguma para o mundo? O mundo todo é podre, esse universo não tem salvação e a melhor coisa que poderia acontecer é a extinção da raça humana logo, a começar por mim. Quando eu não estava triste, eu estava com uma ausência de sentimentos, tipo um enorme vazio impossível de ser preenchido. E claro, um monte de problema  questões particulares e pessoais que não exporei aqui pra meia dúzia de fantasmas e 2 stalkers terem assunto na roda de conversa.

Procurei ajuda psicológica e ajuda psiquiátrica no começo de 2016 porque tava tão feia a situação que eu estava deixando as pessoas mais próximas a mim bem preocupadas. Diagnóstico: depressão e ansiedade.

No começo da terapia foi meio complicado mexer nas feridas, organizar os pensamentos e não querer me jogar na frente do primeiro busão que passasse à mil, mas a terapia e os remedinhos de loucurinha tem me ajudado bastante e a melhora já é visível. Entre um episódio e outro de depressão, estou funcional novamente. Yay.

Enfim, o motivo de eu estar postando tudo isso aqui é apenas pra dizer que estou viva, funcional, medicada, existindo e já não mais desejando a morte, e por isso já me considero uma vencedora de uma batalha difícil, consciente de que existe muita guerra pela frente ainda.

Flw Vlw

Uma foto do dia que eu andei de balão na tentativa de sentir alguma coisa.



quinta-feira, 10 de março de 2016

Apreciação de contrato.

Sempre que me deparo com situações contratuais e escuto aquela frase "agora o contrato vai para a apreciação" eu imagino uns ómi de terno cinza em volta de uma mesa, todos aplaudindo o contrato, alguns comentando "nossa mas esse contrato aé formidável mesmo", "esse contrato aqui é magnífico, parabéns", "este contrato harmoniza muito bem com um vinho tinto Cabernet da safra de 1999", outros olhando para o contrato e admirando como quem admira a Monalisa, alguns  tirando fotos, essas coisas.

terça-feira, 8 de março de 2016


Acordar cedo, ir trabalhar, trabalhar, almoçar, trabalhar, ir pra aula, assistir aula, fazer uma pá de conta doida, voltar pra casa a tempo somente de tomar banho e dormir, dormir umas 5 ou 6 horas por noite todos os dias da semana. Fim de semana acordar num horário razoável mas perder o sábado todo numa aula que começa 13h porque a faculdade não tem competência de montar um horário que faça sentido.
Repete.
Repete.
Repete.
Repete.
Repete.
Repete.
Repete.
Repete.
Repete.
Repete.
Repete.
Repete.
Repete.
Repete.
Repete.
Repete.

Féria não vai rolar em julho porque a encostada da colega de trabalho da pessoa amada resolveu marcar pra julho só pra foder com os outros, maldita desgraçada comedora de bolo. Tomara que engasgue. Vaca desgraçada. Bolota de rancor e má vontade.


terça-feira, 27 de outubro de 2015

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

E teve esse vez também que eu me inscrevi pra um curso de maquetes na faculdade, passei por entrevista, prova prática, fui selecionada e... fui apenas na primeira aula e nunca mais apareci.

Oops.

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

"Não soube compreender coisa alguma! Devia tê-la julgado pelos atos, não pelas palavras. Ela me perfumava, me iluminava ... Não devia jamais ter fugido. Deveria ter-lhe adivinhado a ternura sob os seus pobres ardis. São tão contraditórias as flores! Mas eu era jovem demais para saber amar."

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Ontem descobri um site que estou custando a acreditar que existe.

http://lostallhope.com/

Serviço de utilidade pública? Perigo iminente para pessoas com certas tendências?
Depende do ponto de vista.