quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Tcheu contar meu sonho dessa noite.

Eu sonhei que estava numa rua perto de casa, andando toda abraçada com a Gwen Stefany (a vocalista do No Doubt, e tenho a impressão que escrevi o nome dela errado). A gente estava toda namorandinha. Aí passamos na frente de uma casa e tchans! Era um churrasco e meu primo (aquele que faz engenharia na Poli) e a mãe dele estavam sentados lá bebendo cerveja. Daí minha tia olhou pra mim, eu olhei pra ela, nós nos olhamos, e ela disse "se é isso que te faz feliz, vai fundo".

Então eu acordei.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Meu professor hoje:
-Quem faz medicina vira médico, quem faz engenharia vira engenheiro, e quem faz letras vira o quê? Letrado? Diploma de letras serve pra que, afinal?
Todos:
-...
Eu, em pensamento:
-Pra ficar numa cela especial quando for preso.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Sonhos, sonhos, sonhos.

Hoje de manhã, logo depois ter acordado e percebido que eu desmaiaria na rua se me arriscasse a sair de casa, deitei e fui estudar linguística, já que não poderia ir à aula. Acabei dormindo com o livro em cima do focinho e meu óculos quase cortou o nariz.

Sei que sonhei que, novamente, estava na minha faculdade, mas a minha faculdade não era a minha faculdade, era um galpão cheio de escadarias e salas e quartos. Daí eu estava conversando com uma guria da faculdade que era uma mistura fisica e mentalmente de duas amigas da falecida #1. Daí ela estava me puxando pela mão pra um lugar lá porque ela queria me mostrar algo, mas eu saquei, com toda a minha SAGACIDADE (atóron essa palavra), que ela queria me usar e me abusar. Então apareceu uma ãmiga minha e fez o maior escândalo falando que eu era uma biscate puta vagabunda porque enrolo ela e ao mesmo tempo caio na Sodoma e Gomorra com as cocotas por aí. Foi quando deixei ela falando sozinha porque, no sonho, eu não estava a fim de ouvir sandice alheia, e fui me encontrar com a primeira menina de novo. Nos encontramos perto do ponto de ônibus da minha faculdade (que agora sim parecia a minha faculdade) e ficamos tomando suco de limão.

De endi.

domingo, 18 de outubro de 2009

Sonho.

Este post foi apagado em setembro/2016 por motivos de: não tem necessidade disto estar na internet.

Nos desculpamos pelo inconveniente, só que não.

sábado, 17 de outubro de 2009

Onírico.

Essa noite eu sonhei que estava cortando as unhas da minha gata. De repente eu estava cagando no banheiro do metrô Guilhermina-Esperança, e quando eu olhava pra privada meu cocô era uma bexigona marrom cheia d'água. Então eu sonhei que estava andando junto com uma menina da faculdade, e o impressionante é que eu nunca troquei uma palavra com ela. Spnhei que a gente estava em algum metrô da linha azul e estávamos indo pra casa dela. Daí, para fazer baldeação e pegar um trem, a gente tinha que pular uma grade de um hotel/motel, só que os funcionários do ambiente não deixavam a gente sair de lá por nada sem ter que pagar a pernoite. Daí a gente pulou a cama e pulou a muretinha enquanto eles se distraiam com alguma bobeira. De repente eu estava em outro quarto de motel/hotel, só que dessa vez com um velho pançudo pelado. Ele dizia que pra eu sair de lá ele tinha que fazer uns testes. Daí ele pegou um coador de café e encapou o bingulinho dele, e o bingulinho dele virou uma daquelas bombas de por gasolina. Daí ele disse pra eu segurar enquanto ele fazia o teste. Daí o velho pançudo foi e comeu a minha mão usando um filtro de café como camisinha. Então ele disse que não deu certo, e começou a procurar alguma coisa debaixo dos sofás que tinha naquele quarto, que foi quando eu me dei conta que este quarto era o quarto avulso que tinha na casa que eu morava na Penha, antes de morar aqui onde eu moro. Daí eu acordei com nojo do velho pançudo, e cortei as unhas da minha gata.

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Essa noite eu sonhei que eu estava num ônibus, olhando pela janela. Olhei para dento de um carro e ví um homem com jeito de caipira americano da década de 90 com um monitor de computador no colo e ele escrevendo alguma besteira no Twitter.

Aliás, twitter.
Coisa mais inútil.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

My fair lady - A vendedora de flores.

Existe um filme chamado "My fair lady" (de 1964), que tem como atriz principal Audrey Hepburn. O filme é baseado numa peça teatral da Broadway. Resumindo bem mal e porcamente a história, trata-se de um professor, desconfio que de etiqueta, chamado Henry Higgins, faz uma aposta com o Coronel Pickering de que ele (Henry) conseguiria fazer qualquer mulher falar tão bem que ela se passaria por uma duquesa. Uma mulher escuta a conversa dos dois e vai atrás do professor, essa mulher é Eliza Doolittle (a Audrey), uma mulher que vende flores na rua com um sotaque estranho, gírias no modo de falar , quase uma mina-mano da zona leste (brinks, nem tanto). Ela oferece alguns trocados em troca de aulas para que ela possa falar direito e trabalhar numa floricultura, mas o profesor acaba dando as aulas na faixa. Abrindo uma observação aqui, meu professor de literários estava falando esses dias sobre o princípio da segunda natureza (ou complexo de Sinhá Moça, tão meiga que nem parece nascida nesse lugar), que segundo as minhas anotações da aula, trata-se de uma coisa que "apesar de não ser natural, é natural", ou seja, uma coisa que você pensa que é natural mas na verdade não é, são somente convenções. Um exemplo disso é o fato de você usar roupas. Parece natural que você use roupas, mas na verdade não é, tanto que o ser humano nasce pelado. Usamos roupas apenas porque a sociedade e mimimi mimimi convencionou que é assim que deve ser. É o mesmo que acontece na história do filme, a florista é tão treinada para falar bonitinho que parece que já nasceu assim, quando todo mundo sabe do passado mulambento dela.

Pois bem, ditas as informações acima, aposto que algumas pessoas que nunca viram o tal filme mas que assistiam SBT à tarde reconheceram a história. Acontece que Chespirito, o cara que fazia Chapolin e também o Chaves, fez um episódio contando a história deste filme, e foi exibido no SBT e eu me lembro de eu ser uma criança catarrenta e assistir este episódio.
Já disse uma vez e reafirmo: Chaves e Chapolin Colorado são cultura fina.





quinta-feira, 1 de outubro de 2009

"Amai o próximo como a si mesmo".
Mas e se eu não gostar de mim?

"Pois se o eu é odioso, amar ao próximo como a si mesmo torna-se uma atroz ironia."
-P. Valéry