terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Sonhei.

Essa noite eu sonhei que fui pra USP fazer uma prova de linguística. Cheguei lá e não consegui achar a minha sala. Daí peguei e entrei na sala 10009 (eu vi essa plaquinha no sonho) e era uma sala pobre pobre pobre com um monte de gente da faculdade lá dentro assisntindo um filme sobre lobisomens e sua dieta. Daí óquei, sai da sala e fui caminhando pelo campus, Alinão ao meu lado. De repente passa uma pessoa ao meu lado que eu não quero citar o nome e eu berro pra ela "meu, vai tomar no cu" e a pessoa ouviu e veio tirar satisfações, daí nisso a pessoa se transforma num amendoim amarelo molenga gigante e fedorento e tira o sutiã, o qual eu pego e taco numa árvore. Aí eu e Linão chutamos a cabeça do amendoin ambulante e fedorento.
Daí estávamos passando num corredor subterrâneo e o amendoim (que já não era mais amendoim e sim a pessoa de antes) me pergunta "ai, que que eu dou pro Vinícius no aniversário dele?" e eu sai xingando falando pra ela que eu não sei, que eu não quero saber, que era pra ela parar de me encher o saco com esse amorzinho falsificado  dela, que ela era uma idiota cuzona e que se ela quisesse dar alguma coisa, que desse o cu e calasse a porra da boca que já estava enchendo o saco de todo mundo esse grude nojento e artificial. Nisso eu entrei no metrô e o Roberto Justus estava lá me parabenizando por eu ter soltado os cachorros pra cima do amendoim-que-não-era-mais-amendoim. Aí veio a parte estranha do meu sonho, entra uma PROPAGANDA interrompendo o sonho, e nela estavam o Vesgo e o Sílvio do Pânico com barbas brancas postiças de plásticos e perucas brancas no estilo Roberto Justus falando que era pra mandar não sei quantos códigos de barra de Nescau para tal endereço para conseguir uma fantasia de Justus. Aí corta pro meu sonho de novo e eu estava trancada no vagão do metrô tentando voltar pra minha faculdade (sendo que eu nem tinha saído dela direito) e eu estava com um pote verde cheio de sabonete laranja derretido e uma seringa grande em mãos. Larguei o pote de sorvete de qualquer jeito, peguei a seringa, espetei no braço, puxei a maior quantidade de sangue posssível e pus-me a beber. Bebi 300ml de meu próprio sangue, depois fui chorosa olhar pra ver se não tinha me dado cárie (nisso olhei minha boca e tinha um dente enorme e que rodava lá no fundo) No canto do espelho tinha uma foto da Babi e uma foto de um rapaz que era a cara dela e supostamente, no sonho, era irmão gêmeo dela.. Aí o metrô abriu e eu estava pelada na estação Vergueiro. Lembro de alguém dizer "seu bilhete único vai fazer falta", como se o meu bilhete único fosse uma pessoa. Então de repente eu estava na casa onde eu morava lá na Penha. Meu cachorro estava deitado no canto como ele sempre fazia e a Lúcia, uma antiga secretária do lar da minha casa, estava lavando louça na cozinha. Eu entrei em casa, joguei a seringa fora e dei o sabonete derretido pra Lúcia.
Daí eu acordei.



Acho que sonhei com o sabonete laranja derretido porque eu comi danone de laranja, cenoura e mel ontem à noite e ele tem consistência de sabonete derretido. Sonhei com um irmão gêmeo da Babi porque a Laine tem um irmão muito parecido com ela (agora a relação entre Babi e Aline é X). Sonhei com a sala da USP e eu perdida porque eu sei bem o que vai acontecer no primeiro dia de aula. Sonhei com o Roberto Justus porque lí sobre ele ontem na Revista mundoi estranho. Sonhei com sangue porque eu ví capas e capas de um livro chamado "o diário do vampiro" ou qualquer coisa assim. Sonhei com a pessoa porque discuti com ela ontem e falei um monte de desaforo que tava engasgado há tempos. Sonhei com amendoim porque ví uma pessoa no orkut ontem que a cabeça me lembra muito um amendoim.
Eu sei interpretar meus sonhos.

3 comentários:

Anônimo disse...

Que figura você é! E esse danone dá um barato louco heim fióta?

Mariana N. disse...

Que bom.

Praguejento disse...

era meu aniversarinho no sonho :)