domingo, 31 de julho de 2011

Aí sabe quando tá tudo tão legal e perfeitinho e do jeito que você sempre imaginou, que você até tem medo de comentar com medo de estragar?

Ou, sei lá, acordar do sonho.

sábado, 30 de julho de 2011

O mesmo perfume na tua pele é melhor
O mesmo vestido na vitrine não fica tão bem
quanto em você...





Parcimônia, parcimônia.
SHE'S
SO 
FUCKING
AWESOME.

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Essa noite sonhei com um cara que eu não vejo há 3 anos. Ele estudava no CNA comigo e ele era a personificação da babaquice masculina. Sonhei que ele chegava perto de mim sem camisa e de chinelão e falava "minha nooooooiva". Aí eu entrava num carro e fugia dele, e acabava batendo no portão da minha casa.

Fim.

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Hoje encontrei a menina feia no ponto de ônibus de novo. Primeiro pensamento: SO WE MEET AGAIN. Depois me perguntei se ela algum dia imaginou que alguém prestaria tanta atenção ao fato dela ser feia pra ela acabar virando assunto recorrente em um blog encardido.
Hoje ela tava de calça jeans azul escura com a mesma bota de psy e uma camiseta de manga longa colada, preta com detalhes vermelhos. MUITO ROCKEIRA MALIGNA DO MAL OF DOOM. Acho que ela tem miopia, porque aqueles oclinhos dela deixam ela com cara de desenho mal feito de criança do pré.
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Triste é você ir no restaurante universiotário, comer aquela comida meio emperdigante, com uma salada que é a definição da amargura, com uma carne que não dá pra definir de qual ser morto veio,  com suco de desinfetante, e um cara de uns 22 anos de camisa com os três primeiros botões abertos, aquele peitinho masculino magricela todo coberto de pelos e ele lá chupando os dentes, pigarreando, tossindo com catarro, arrotando, e te dando umas olhadinhas de relance como quem busca aprovação. Sad sad sad.
E a gelatinha tava com cheiro de bunda.

terça-feira, 26 de julho de 2011

Essa noite sonhei com várias crianças com Síndrome de Down. Depois sonhei que pegava um elevador num saguão de mármore (já sonhei com ele antes) e que eu estava no 9º andar. Aí de repente eu estava na parte de baixo do prédio onde meu avô (veja que curioso, o apartamento era dele e a família sempre o chamou de nonno) morava, só que era um lugar muito movimentado, então eu fiquei deitada em um colchão enorme e branco em cima do muro do prédio e uma outra pessoa que eu não quero citar o nome estava deitada ao meu lado, só que se eu tentava sair do colchão, ela quase caia junto, até que ela me deu um baita chutão e eu voei direto pro chão. Subi pro apartamento de novo e peguei minha avó (a outra avó) sentada no chão contando pra mesma pessoa que estava comigo segundos atrás como o meu ex era um rapaz controlado que sabia o que fazia com a vida, aí eu fiquei muito puta da vida com ela e gritei "controlado? ele não sabia guardar um centavo do dinheiro dele, gastava tudo em porcaria e não tinha metas pra nada". Aí apareceram mais crianças com síndrome de down, tinha pelo menos umas 5 alí, e o ambiente estava bem amarelo e vermelho e eu gritei "AFF MANO, PRA QUE TANTA CRIANÇA?". De repente eu estava em casa, aqui onde eu moro, quando ouvi um barulho na cozinha e saí gritando "HÁÁÁ" pra espantar seja lá quem fosse, mas acontece que era meu pai. na verdade, eu sabia que era meu pai pelos xingos dele, mas tudo o que eu via era uma garrafa de vodka Smirnoff. Aí ele xingava e eu fui pro banheiro, e comecei a olhar pela janela, e essa janela me mostrava alguns telhados com neve, uma placa escrito DANGER, alguns corvos e um prédio enorme de tijolinho, bem do suburbio de Londres. E eu ouvia uma musiquinha de piano que eu não consigo dizer se já existe ou não. Aí beleza. De repente eu estava em cima de uma carroça na Tailândia, numa rua de comércio, mas na verdade era o meu quintal. E eu usava uma mangueira d'água como propulsora da minha carroça. Aí quando eu chegava num portãozão de ferro, eu voltava o caminho todo e tinha que enolar a mangueira usando uma roldana e uma manivela. Enquanto isso, Charlie Sheen em pessoa dizia "um cara que diz isso pra uma mulher deveria apanhar e ficar em coma por algum tempo, dez minutos, dez anos, seria como se cada dia da vida dele durasse cinco dos nossos" e mais um monte de sandice. Então eu ia enrolando a mangueira, só que a mangueira começa a ficar larga, muito larga, e de repente eu tinha que dobrar ela de lado em 2 ou 3 pedaços.

Aí eu acordei.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Orange - um post meio alcoólatra, quem sabe.

Não lembro em qual ocasião eu conheci aquele boteco na esquina da Alameda Santos com a Consolação, mas foi pelos idos de 2008. Aquele boteco viu de um tudo na minha vida. Viu eu namorar uma das pessoas que eu mais gostei na minha vidinha medíocre, viu quando eu tomei o pé na bunda mais estranho da minha vida, viu quando eu conheci a pessoa que mais me decepcionou mas que mesmo assim teve muita importância pra mim, viu no mesmo dia eu conhecer a pessoa por quem eu fui levemente apaixonadinha por um bom tempo, viu eu me enfiar em Nárnia por falta de opção, viu meus velhos amigos, viu amigos novos, viu quando eu fui liberta de Nárnia, viu quando eu fiz um tour por lá de mais ou menos um ano e fui expulsa por Aslam, viu eu sentar e reclamar da vida até deixar todo mundo na mesa incomodado e finalmente ontem ele me viu reencontrar uma pessoa que há quatro anos eu tinha perdido o contato e que é mais louca que eu e que é, pessoas loucas às vezes podem tentar, vai que funciona.



E a melhor parte é que ela não come a minha cara e nem me deixa com a face toda lambida depois de umas bitocas. E ela tem cabelo escuro e compridão e eu poderia ficar horas enroscada alí. E ela é cheirosa. e ela curte uns metal do capeta. E ela faz gultural. E ela imita um travesti que tem a voz da Marília Pêra. E ela fica com raiva quando eu faço voz cavernosa e a chamo de A CRENTE por causa do cabelo, e ela mora perto de casa e ela é enfermeira e conversa sobre nojeiras comigo, tipo sobre tamponação de cadáver. E eu tô muito, muito bicha nesse momento e eu nem sabia que eu era capaz disso ainda.




=3

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Se todas as pessoas que você inventou de namorar são escrotas, perceba: o problema não está nelas e sim em você.
O mesmo para amizades.

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Responder com "tudo ÓTIMO" a pergunta "oi, tudo bem com você?" feita por alguém que te feriu algum dia na sua vida com "tudo ÓTIMO" é quase que você dizer pra pessoa (tom desesperado, por favor) "NÃO, EU NÃO TO BEM E TUDO DE RUIM QUE VOCÊ ME FEZ AINDA ME ATINGE MAS CLARO QUE EU NÃO QUERO QUE VOCÊ SAIBA DISSO, QUERO QUE VOCÊ VEJA COMO EU TÔ BEM, COMO TUDO NA MINHA VIDA MELHOROU DEPOIS DAQUILO E COMO AGORA EU ESTOU SEGURA DE MIM E INABALÁVEL."

É o equivalente a passar perto de algum ex e fazer questão de dar risada e jogar a cabeça pra trás, parecendo feliz e contente, como se terminar o namoro tivesse sido a melhor coisa que aconteceu na sua vida.
Mesmo que tenha sido, com essa atitude você só vai pagar de desesperado, de penoso e o mais estúpido: de magoado.

Sou adepta do "eu tô bem". Só. Mesmo que tenha morrido toda a sua família. Mesmo que seu melhor amigo tenha comido sua namorada e engravidado ela. Mesmo que você esteja desempregado.
MESMO QUE TUDO DE RUIM DO UNIVERSO TENHA ACONTECIDO.

A vida já vai te humilhar de tantas formas que é preciso se ajudar pra não ser mais rebaixado ainda.
E lembre-se: NINGUÉM SE IMPORTA.

domingo, 17 de julho de 2011

Essa noite eu sonhei que conversava infinitamente com uma pessoa no facebook.
A noite inteira no facebook.


Patético.
Ela: Vou fazer inveja nele, vou sambar na cara dele.
Ele: Não te imagino sambando.
Ela: Só mentalmente. Mentalmente sou rainha de bateria até.
Ele: Antigamente meus pais tinham um bloco de carnaval e eu já fui rainha... acho que foi aí que começou esse negócio de se fantasiar.
Ela: deixa eu ver se entendi: seus pais tinham um bloco de carnaval e você já foi a RAINHA?
Ele: Já... era carnaval pô. É óbvio que essas fotos estão numa pasta com senha num lugar remoto do meu computador.
Ela: tá lá de peruca loira travestido de cristina aguilera em cima de um trio elétrico mandando beijo pra galere.
Ele: Exatamente, toda sensual, sambando em cima do jeep, porque é precário, não tinha trio elétrico.



Tô rindo disso faz uns 20 minutos ininterruptos.
Nova meta: SAMBAR NO CARNAVAL EM CIMA DE UM JEEP COM UMA PERUCA LOIRA MANDANDO BEIJO PRA GALERE.

Só pra eu não esquecer das promessas de rolê: Praia, Florianópolis e Carnaval.




sábado, 16 de julho de 2011

Essa noite sonhei que eu estava com o resultado de um exame de fezes nas mãos. Acho que o exame era meu. E o resultado era que eu tinha pelo menos uns 4 vermes diferentes no intestino. Aí de repente eu tava em casa com uma caixa de camisa nas mãos e dentro dessa caixa tinha um monte de fotos antigas da minha família. Fotos com meu avô sorrindo, fotos dos meus primos tudo criancinha ainda, fotos e mais fotos velhas.
De repente eu tava num lugar que parecia uma colina, tinha muita grama e muitas flores azuis, amarelas e vermelho escuro. E o sol estava se pondo. E eu estava lá conversando com alguém que eu não sei quem era mas eu conhecia muito bem no sonho.

Aí o telefone tocou e eu acordei.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Meu almoço hoje vai ser uma salada de post it temperada com Rinosoro. Acho que tenho uns sachês de sal na mochila, tudo sujo e manchado de anelina (não pergunte). Deve ajudar no tempero.

Pistoleira

Hoje eu sai atrasada de novo mas pelo menos tomei café da manhã. Lembrei que esqueci o dinheiro do almoçoe agora passarei fome até umas 18h, bacana. Mas o que eu queria falar é que hoje eu tava lá no ponto de ônibus esperando o Jd Verônia e nisso chegou uma mulher lá no ponto que nossa, viajei muito por causa dela. Ela não era bonita nem muito jovem. Viajei por causa das pernas dela. Ela tinha  as pernas arqueadas. Muito arqueadas. Sabe pinça de arrancar sobrancelha? Tipo aquilo. Olhei ela descendo a rua e fiquei imaginando ela vestida de cowboy americano, sabe, calça com aquela coisa de couro franjada por cima, botas, a cara suja de terra, camisa e colete. Uma pistola de um lado da cintura e um laço do outro. Um matinho na boca e esporas na botina. Imaginei ela chegando no cobrador e falando com voz de Billy The Kid "passa na sisribero?" enquanto punha as duas mãos no cinto e uma perna no degrau, toda marrenta.
No meio das pernas dela tinha um espaço certinho pra encaixar um cavalo.
A Pistoleira mais rápida da av. São Miguel.

domingo, 10 de julho de 2011

I'm just a little person.




I'm just a little person,
One person in a sea
Of many little people
Who are not aware of me.

I do my little job
 
And live my little life,
Eat my little meals
(...)

And somewhere, maybe someday,
Maybe somewhere far away,
I'll find a second little person
who will look at me and say:

"I know you
 
You're the one I've waited for.
Let's have some fun."



segunda-feira, 4 de julho de 2011

Beijos pra quem é oficialmente funcionária pública agora.
Sem mais.
"Não é verdade que você começa a vida como uma criancinha crédula sob a proteção paterna? E então chega o dia da indiferença, em que o cara descobre que é um desgraçado, um miserável, fraco, cego e nu, e com a aparência de um fantasma fatigado e fatídico avança trêmulo por uma vida de pesadelo."


-Jack Kerouac

domingo, 3 de julho de 2011

Tudo que eu preciso escrever aqui é que eu ganhei duas rosas vermelhas hoje e ó, achei lindo.
Salvaram meu domingo.
Essa noite sonhei com um ataque zumbi. Os zumbis eram esquisitos. Normais demais, aliás. Eles só eram meio acinzentados, andavam devagar e não forçavam as portas, só ficavam parados em portas e janelas olhando pra dentro com a cara colada nos vidros. Aí eu sonhei que estava eu e minha mãe (que no sonho era eu também). Aí a gente invadiu a casa de uma mulher com filho pequeno e roubou o trailer dela e saiu em disparado em direção a um shopping, e eu falava pra minha mãe "mãe, se aparecer algum no caminho atropela sem dó!". Chegamos ao shopping e eu acordei.