terça-feira, 26 de julho de 2011

Essa noite sonhei com várias crianças com Síndrome de Down. Depois sonhei que pegava um elevador num saguão de mármore (já sonhei com ele antes) e que eu estava no 9º andar. Aí de repente eu estava na parte de baixo do prédio onde meu avô (veja que curioso, o apartamento era dele e a família sempre o chamou de nonno) morava, só que era um lugar muito movimentado, então eu fiquei deitada em um colchão enorme e branco em cima do muro do prédio e uma outra pessoa que eu não quero citar o nome estava deitada ao meu lado, só que se eu tentava sair do colchão, ela quase caia junto, até que ela me deu um baita chutão e eu voei direto pro chão. Subi pro apartamento de novo e peguei minha avó (a outra avó) sentada no chão contando pra mesma pessoa que estava comigo segundos atrás como o meu ex era um rapaz controlado que sabia o que fazia com a vida, aí eu fiquei muito puta da vida com ela e gritei "controlado? ele não sabia guardar um centavo do dinheiro dele, gastava tudo em porcaria e não tinha metas pra nada". Aí apareceram mais crianças com síndrome de down, tinha pelo menos umas 5 alí, e o ambiente estava bem amarelo e vermelho e eu gritei "AFF MANO, PRA QUE TANTA CRIANÇA?". De repente eu estava em casa, aqui onde eu moro, quando ouvi um barulho na cozinha e saí gritando "HÁÁÁ" pra espantar seja lá quem fosse, mas acontece que era meu pai. na verdade, eu sabia que era meu pai pelos xingos dele, mas tudo o que eu via era uma garrafa de vodka Smirnoff. Aí ele xingava e eu fui pro banheiro, e comecei a olhar pela janela, e essa janela me mostrava alguns telhados com neve, uma placa escrito DANGER, alguns corvos e um prédio enorme de tijolinho, bem do suburbio de Londres. E eu ouvia uma musiquinha de piano que eu não consigo dizer se já existe ou não. Aí beleza. De repente eu estava em cima de uma carroça na Tailândia, numa rua de comércio, mas na verdade era o meu quintal. E eu usava uma mangueira d'água como propulsora da minha carroça. Aí quando eu chegava num portãozão de ferro, eu voltava o caminho todo e tinha que enolar a mangueira usando uma roldana e uma manivela. Enquanto isso, Charlie Sheen em pessoa dizia "um cara que diz isso pra uma mulher deveria apanhar e ficar em coma por algum tempo, dez minutos, dez anos, seria como se cada dia da vida dele durasse cinco dos nossos" e mais um monte de sandice. Então eu ia enrolando a mangueira, só que a mangueira começa a ficar larga, muito larga, e de repente eu tinha que dobrar ela de lado em 2 ou 3 pedaços.

Aí eu acordei.

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