sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Essa noite sonhei duas coisas estranhas.
Primeiro sonhei que estava na minha antiga casa. Eu, minha namorada, o Superlindo (menino que entrou na Universidade junto comigo), a moça que trabalha na seção de materiais e mais uma outra pessoa que não sei quem era. Aí do nada o Superlindo acendia um CHARUTO de maconha, fumava e passava pra mim. No que eu dava um pega, meu irmão aparecia. O engraçado é que no sonho ele tinha uns 16 anos, e não 27 como agora. Aí ele abaixava ao meu lado e falava "você não precisava ter apelado pras drogas, você podia ter conversado comigo". Fiquei comovida. Aí perguntei se ele ia contar pra nossa mãe e ele disse "mas é lógico". Aí fiquei putíssima e disse que era exatamente por isso que eu não confiava nele pra contar as coisas da minha vida.
Fim do sonho 01, começo do sonho 02.
Sonhei que estava esperando pra atravessas a avenida aqui pra chegar na Universidade, só que estava de noite. Aí nisso passa meu finado avô. Eu o reconheci e disse "NONNO?!?" e ele "ah, você me reconheceu". Não sei dizer direito o desenrolar da história, mas sei que eu dei um mega abraço nele no sonho e disse "eu não vou contar pra ninguém". No sonho eu descobri que na verdade meu avô não tinha morrido coisa nenhuma, era tudo um plano dele pra fugir da família. Compreensível. Sei que acordei toda feliz, mas aí a realidade me deu um soco na cara e eu lembrei dele deitado com aquele monte de rosas vermelhas em volta (ODEIO ROSAS VERMELHAS), lembrei das pessoas fechando o caixão. A última imagem que eu tive do meu avô foi essa.

Um comentário:

LubaLuba disse...

Por isso não curto enterros.
Gosto de imaginar as pessoas em seus momentos felizes, ter esse tipo de lembrança sabe...