segunda-feira, 17 de dezembro de 2012


"I know there’s no way I can convince you this is not one of their tricks. But I don’t care. I am me.
My name is Valerie. I don’t think i’ll live much longer, and I wanted to tell someone about my life. This is the only autobiography that i’ll ever write, and – God – i’m writing it on toilet paper.
I was born in Nottingham in 1985. I don’t remember much of those early years. But I do remember the rain. My grandmother owned a farm in Tottlebrook, and she used to tell me that God was in the rain.
I passed my eleven plus, and went to a girl’s grammar. It was at school that I met my first girlfriend. Her name was Sarah. It was her wrists – they were beautiful. I thought we would love each other forever. I remember our teacher telling us that it was an adolescent phase that people outgrew.
Sarah did.
I didn’t.
In 2002 I fell in love with a girl named Christina. That year I came out to my parents. I couldn’t have done it without Chris holding my hand.
My father wouldn’t look at me. He told me to go and never come back. My mother said nothing.
I’d only told them the truth. Was that so selfish? Our integrity sells for so little, but it is all we really have.
It is the very last inch of us.
And within that inch, we are free.
I’d always known what i’d wanted to do with my life, and in 2015 I started my first film: The Salt Flats.
It was the most important role of my life. Not because of my career, but because that was how I met Ruth. The first time we kissed, I knew I never wanted to kiss any other lips but hers again.
We moved to a small flat in London together. She grew scarlet carsons for me in our window box. And our place always smelt of roses.
Those were the best years of my life.
But America’s war grew worse and worse, and eventually came to London.
After that there were no roses anymore. Not for anyone.
I remember how the meaning of words began to change. How unfamiliar words like “collateral” and “rendition” became frightening. When things like norsefire and the articles of allegiance became powerful. I remember how different became dangerous.
I still don’t understand it: why they hate us so much.
They took Ruth while she was out buying food. I’ve never cried so hard in my life. It wasn’t long until they came for me.
It seems strange that my life should end in such a terrible place.
But for three years I had roses – and apologised to no-one.
I shall die here. Every inch of me shall perish. Every inch.
But one.
An inch.
It is small and it is fragile, and it is the only thing in the world worth having. We must never lose it or give it away. We must never let them take it from us.
I hope that - whoever you are - you escape this place. I hope that the world turns, and that things get better.
But what I hope most of all is that you understand what I mean when I tell you that even though I do not know you, and even though I may not meet you, laugh with you, cry with you, or kiss you: I love you.
With all my heart.
I love you.
-Valerie."

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Tempo de plantar, tempo de colher, e tempo de deitar em posição fetal desejando nunca ter nascido.

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

”Everyone wants an Argentina, a place where the slate is wiped clean. But the truth is Argentina is just Argentina. No matter where we go, we take ourselves and our damage with us. So is home the place we run to or is it the place we run from? Only to hide out in places where we are excepted unconditionally, places that feel more like home to us. Because we can finally be who we are“

(Dexter, 3ª temporada, episódio 8)

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Essa noite eu sonhei com bandidos que tentavam roubar malas de viagem dos meus pais, que as tinham deixado em cima do telhado. Meu pai puxou o bandido do telhado pelo pé e a gente começou a chutar o vagabundo, socar... aí caiu mais um do telhado e a gente espancou ele e jogou pra fora de casa, nisso apareceu mais um moleque e atirou com um estilingue no meu cachorro (no sonho meu cachorro ainda era vivo) e ele morria, aí parava uma kombi azul na frente da minha casa e descia um monte de maloqueiro e um monte de criança remelenta metida a bandido, aí eu as pegava pelos pés, sacudia igual um lençol velho e batia a cabeça delas no chão com muita força até elas morrerem e espirrar sangue e miolos pros lados.

segunda-feira, 24 de setembro de 2012


"E se realmente gostarem? Se o toque do outro de repente for bom? Bom, a palavra é essa. Se o outro for bom para você. Se te der vontade de viver. Se o cheiro do suor do outro também for bom. Se todos os cheiros do corpo do outro forem bons. O pé, no fim do dia. A boca, de manhã cedo. Bons, normais, comuns. Coisa de gente. Ninguém mais saberia deles se não enfiasse o nariz lá dentro, a língua lá dentro, bem dentro, no fundo das carnes, no meio dos cheiros. E se tudo isso que você acha nojento for exatamente o que chamam de amor? Quando você chega no mais íntimo. No tão íntimo, mas tão íntimo que de repente a palavra nojo não tem mais sentido. Você também tem cheiros. As pessoas têm cheiros, é natural "

Caio Fernando Abreu.
Porque foda-se.

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Imagina que você tem 2 amigos que ficam meio que irritados com você por um motivo bobo, aí vão e fazem uma festinha e chamam um monte de gente, um monte de gente mesmo, e só deixam você de fora e ainda fazem questão de deixar claro pra todo mundo não falar nada a respeito porque não quer que você fique sabendo e não quer mesmo te convidar. A Mariana, óbvio.

Sei lá, fiquei chateada e me reservo o direito de me afastar uns tempos para poupar o trabalho dessas pessoas de fazer as coisas escondidas de mim. Não é raiva que eu estou sentindo, é só uma tristezinha mesmo.

sábado, 15 de setembro de 2012

Sonhos, muitos sonhos.

Essa noite sonhei muito com minha gata, a Cãmila. Sonhei que ela fazia uma batalha de dança (a lá As Branquelas) com a atriz Keira Knightley, ambas vestidas de líderes de torcida. Ah, tinha uma placa na lua que fazia propaganda da bolacha passatempo e que tinha a palavra "bundinha" escrita em neon. Aí a Cãmila ganhou da Keira (ver uma gata dançando o brake é muito engraçado) e a próxima rival dela seria a Beyonce e elas dançariam "Crazy in Love" da própria Beyoncé. Aí eu dizia "ninguém ganha da Beyonce pra dançar Beyoncé" e a Cãmila "a Beyoncé é a Beyoncé brasileira". Rimos sincero enquanto chovia bombom Ouro Branco e nós escorregávamos pelas curvas do quadril de Beyoncé. Acordei rindo igual o Mutley.

Depois sonhei que rodava um cachorro pelo pescoço e tacava na casa do vizinho. Depois sonhei que tinha dois filhotinhos da Cãmila numa caixa de papelão perto da janela da cozinha e eu cantava Los Hermanos pra eles como se fossem bebês de gente.

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Imagina uma maratona. Agora imagina uma maratona que tem que ser sambada. Imagina uma maratona sambada de ladinho. IMAGINA MAIS DE MIL PESSOAS SAMBANDO DE LADINHO CRUZANDO A CIDADE.

domingo, 26 de agosto de 2012

A ex-sogra e do dia que eu aprendi a calar a droga da minha boca.

Esse sábado foi o chá de bebê de uma amiga minha e eu fui. Cruzei a cidade e fui até os lados do Grajaú para vê-la e tal. Nunca pensei que iria para aqueles lados de novo desde quando meu namoro com o Falecido (risos) foi jogado fora como fralda descartável cheia de bosta. Pois bem. Aí que eu estava lá, levei minha namorada e tal e estavámos enchendo a barriga de bolinhos de queijo (amo bolinho de queijo) quando a minha ex-sogra chegou. O engraçado foi que, sei lá, eu achei que ela estava feliz em me ver. Dei um abraço apertado nela porque olha, se tem gente daquela família que eu sinto saudade é dela, ela me tratava como filha. O pai dele era legal também mas a ex-sogra está pra sempre no meu coração. A gente conversou um pouco e tal, nada de muito importante, e ela me disse pra ir visitá-la lá na casa dela (nessa hora eu tava me segurando pra não deixar uma lagriminha escorrer) e disse pra eu pegar o telefone com a minha ex-cunhadinha. Sei lá. Ainda não sei como me sinto a respeito disso.

Aí beleza, eu e Larissa estávamos voltando pra casa e foi aí que eu aprendi a calar a minha boca e pensar muito, mil vezes, antes de falar qualquer coisa.
Estávamos já no metrô quando lá pela estação Dom Pedro II embarca uma moça de uns 30 e tantos anos com algum tipo de deficiência que, me perdoem se a descrição for muito escrota, parecia q a coluna dela tinha metade do tamanho de uma coluna normal e tal. Eu comentei baixinho com Larissa, toda escrotona como as vezes eu consigo ser, que parecia um daqueles desenhos de quando cai uma bigorna em cima do personagem e tal. A moça ficou lá parada, eu continuei sentada no meu cantinho e entrou um rapaz vendendo chiclete por um real. Perguntei pra Lari "você tem um real aí?" e ela "não, só o dinheiro do bilhete único e no bilhete único" e eu "ahn... que pena...". Do nada a moça do problema na coluna saca uma moeda de um real e dá pra gente e fala "toma, pra vocês comprarem o chiclete". Mesmo que ela não tenha ouvido o meu comentário da bigorna, minha vontade alí foi de cavar um buraco no chão e me jogar lá dentro, tacar álcool e tacar fogo e nunca mais sair pra ver a luz do dia de tanta vergonha de mim mesma pelo comentário. Eu lá sendo BABACA e a moça sendo uma boa alma e dando o dinheiro pra gente comprar o chiclete. Bom, agradecemos e ainda dividimos o chiclete com ela, e na hora de desembarcar eu me despedi da moça. O resto do caminho até em casa eu fiquei me sentindo um lixo humano mas como diz o Rafiki, "o passado pode doer, mas do jeito que eu vejo você pode fugir dele ou aprender com ele" e foi assim que eu aprendi hoje a ser um pouco menos babaca.

Ah sim, assisti O Rei Leão hoje também e morridichorá quando o Mufasa morreu, beijos.

domingo, 19 de agosto de 2012

Sobre morrer como um passarinho - Ou a morte de Quiquito Cocó

Então que hoje era 9 horas da manhã quando minha mãe veio bater na porta do meu quarto mandando eu dar um jeito na minha gata porque ela tinha matado um passarinho e tava se divertindo com o corpo pela casa toda. Sem brincadeira, tinha tanta pena pela casa eu quase acreditei que ela tinha matado uma galinha. Pois bem, fui atrás da assassina e da vítima e descobri que o passarinho ainda estava vivo, mas agonizando. Todo machucado, a minha Cã tinha ferido muito ele. Minha primeira ação foi tirar o passarinho de lá e colocar no jardim, mas aí pensei que ele viraria comida de gato de qualquer forma. Depois pensei em matar ele logo e colocar um fim no sofrimento do bichinho, mas sou bunda mole demais pra fazer isso com qualquer animalzinho inocente. Aí eu peguei ele, limpei os machucados, coloquei numa caixinha e coloquei no meu quarto e tranquei a gata pra fora pra pelo menos o passarinho dormir um pouco ou sei lá, melhorar (esperança é a penúltima que morre). Minha namorada e eu colocamos o nome dele de Quiquito Cocó. Pois bem. De hora em hora eu dava um pouquinho de água pro bichinho. Então, lá pro meio dia, ele começou a ficar inquieto. Minha namorada pegou ele na mão e ele começou a se debater. Eu disse "solta que ele vai morrer". Ela soltou ele na caixinha e quando ele virou com as patinhas pro alto, eu soube que era a hora derradeira. Ele não soltou um pio sequer. Bateu as asas um pouco (as asas faltando muitas penas, aliás), esticou as patas, esticou a cabeça e, soltando um pouco de sangue pelo bico (fiquei levemente impressionada com isso) morreu alí. Quiquito Cocó morreu.

A gente ia enterrar ele no jardim de casa mas meu pai todo "delicado" que é já chegou gritando comigo e mandando eu parar de brincar com bicho morto e eu fiquei levemente com medo dele, então  eu coloquei Quiquito Cocó num saco de papel e joguei no lixo, mesmo achando uma tremenda falta de respeito fazer isso.

Fiquei me sentindo idiota um pouco.

Quiquito Cocó em última foto vivo.

sábado, 4 de agosto de 2012

Hoje eu fui num karaokê, fiz uma senhora performance para "Como uma deusa" e fui aplaudida.
Sem mais.

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Tenho 23 anos, é sexta-feira à noite e tudo o que eu fiz foi passar na casa da minha avó, dar um longo abraço apertado nela, sair pra jantar com minha mãe e agora estou em casa, empolgada com a idéia de ler até tarde usando meu pijama mais confortável (os Starks me aguardam e o inverno está chegando).

E estou mais satisfeita com isso do que se tivesse na Augusta, cercada por aquele bando de adolescente idiota que pede dinheiro pra mamãe pra comprar cigarro e tomar vodka barata.


segunda-feira, 25 de junho de 2012

Só queria compartilhar com vocês que hoje Sonia Abrão me bloqueou no twitter.

Sem mais.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Um ano sem meu nonno.


Nonno, embora eu desconfie que não tenha internet onde você está - e olha que eu não tenho certeza da onde você esteja também porque sei das suas malandragens na vida mas também sei que você era um dos melhores seres humanos que já conheci - eu queria te dizer assim que mesmo que eu não tenha sido tão próxima quanto eu gostaria, eu sinto saudade de você todos os dias.

E chega de sentimentalismos por hoje.


quarta-feira, 2 de maio de 2012

Quando sonhar se torna sabotador

Veja bem, esse friozinho que não dá vontade de sair de casa pra nada motivou meu cérebro a me pregar uma peça bem da sem vergonha.
Sonhei que meu chefe me ligava no celular e dizia "olha Mariana, tô aqui no comitê de ética, mas você não precisa ir hoje pra USP não, a lei diz que depois de feriado prolongado o funcionário só precisa ir se tiver carro, então não precisa vir, tá?" E eu respondi "Nossa FRávio, mesmo? Puxa, que alegria saber disso, então nem vou me levantar da cama, aproveitar que tá frio assim e vou é dormir mais um pouco, poxa, obrigada por avisar" e ele "não Mariana, que é isso, imagina, obrigado viu? Tchau tchau". Ai eu dormi to-da fe-liz CRENTE que não precisaria sair de debaixo das cobertas hoje.
aí do nada meu despertador toca de novo e eu acordo. Fui checar nas chamadas recentes e nada. A última foi da minha namorada ontem à noite.
O que aconteceu foi: minha vontade de sair de casa nesse frio pra ir trabalhar é tanta que meu subconsciente entendeu que o despertador do celular era ele tocando, imitou a voz do meu chefe e o jeito dele falar e me convenceu a ficar em casa.
Deve ter sido engraçado me ver conversar com o celular desligado crente que tava falando com meu chefe.

Saco.
Vou lá sair nesse frio da peste agora que já tô mais de uma hora atrasada.

Ah sim, também sonhei que pra comemorar eu ia comprar um pastel de carne na feira. Sonhei que encontrava Paula, uma amiga que também é funcionária pública, e perguntava pra ela porque ela tava indo trabalhar e ela não sabia responder, aí eu dizia que tava tão feliz com a folga que podiia até ficar pelada, aí eu começava a tirar a roupa no sonho e ficar só de meias pretas.

Aí o despertador tocou de verdade e eu me perguntei se era tudo verdade. Me enganei. Ri de mim mesma.

terça-feira, 24 de abril de 2012

Os sonhos mais lindos sonhei ♪

Essa noite eu sonhei que estava no meu quarto e lá dentro comigo tinha uma mulher branca muito gorda, mas muito gorda mesmo, do tipo obesa mórbida, do tipo que respira roncando, do tipo que cria fungo nas dobras da barriga, do tipo tão gorda, mas tão gorda, que não consegue sair da cama, tão gorda que tem as coxas tão cheias de gordura que ela não as fecha mais e tem que viver até o fim da vida de espacate. Então, essa gorda também tinha a barriga meio cabeluda. Meio não, era muito cabeluda. Era tipo couro de macaco a barrigona cheia de dobras dela.
Aí eu sonhei que ela estava pelada, e não bastando isso, sonhei que ela estava menstruada. Sonhei que ela estava tão menstruada que escorria nas pernocas roliças dela. E agora vem a parte nojenta da coisa: ela tentava me agarrar e forçava minha cabeça pra baixo para que eu a chupasse, e eu gritava "não, não, pára, me larga, me solta, sua porca".
Acordei em pânico.

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Não vejo motivo pra ficar feliz quando fico um ano mais próxima da velhice.

E outra, sempre perto do meu aniversário alguém da minha família fica muito ruim.
2010 - Meu tio, vindo a falecer em agosto.
2011- Meu nonno, vindo a falecer em maio.
2012- Descobri que esses dias minha prima de 19 anos teve que tirar um tumor do seio.

E esses dias eu sonhei que estava no meu próprio velório.

Ah sim, hoje, das 9h da manhã até às 10h eu quase fui atropelada QUATRO vezes na região do Carrão, tomei banho de catchup e meu celular tá sem bateria.



E eu nem me lembro da última vez que alguém fez/comprou um bolo pra mim. Uma Ana Maria que fosse.
Tô amarga e pra ser bem sincera queria todo mundo me paparicando hoje.

E vou me dar um presente bem legal hoje. Só não sei o que.

sábado, 14 de abril de 2012

essa noite sonhei que estava na universidade na qual trabalho, que mais parecia um sítio. aí eu tinha que defender o lugar usando enormes martelos de carne, e a visão do sonho era igual a visão em primeira pessoa de Skyrim. aí eu matava um monte de gente com meu martelo de carne gigantes (shao khan me invejaria) enquanto minha namorada ficava passando a mão no meu cabelo falando "que lindo, você é loira" cheia das emoções.

fim.

quinta-feira, 22 de março de 2012

Sonho semi lúcido

Tarra aqui no trabalho (cheguei só 3 minutos atrasada hoje, veja que errado) e meio que comecei a dormir sem dormir completamente. Comecei a sonhar. Foi estranho, parecia que estavam botando fogo nas minhas orelhas de dentro pra fora, e comecei a ouvir como se muita gente falasse ao mesmo tempo. Nisso, uma única voz se destacou, era uma voz de mulher velha, e ela me perguntou alguma coisa que eu já esqueci.
Ontem à noite eu sonhei que estava sendo assaltada por ninguém menos que ZÉ RAMALHO de óculos escuros e cabelos soltos. Sexy. E isso era dentro do metrô, e eu fugia dele e do comparsa, eu corria pelos trilhos até uma estação que não existe mas que eu já sonhei algumas outras vezes. Essa estação fica perto de uma cidade fria, perto de uma USP imaginária e perto de uma favela de madeira que funciona como desmanche de caminhões. Todos esses lugares existem na minha cabeça e nos meus sonhos. É como se eu tivesse uma cidade inteira projetada na minha mente. Agora imagine minha reação ao assistir Inception.
Esqueci o objetivo de ter começado esse assunto.

PS: Lembrei de Fernanda, minha ãmiga, que uma vez sonhou que fazia sexo com Paola Bracho e que esta tinha um pênis de cachorro.
Um dia escreverei um livro sobre Fernananananda.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

"Se amor é fantasia, então encontro-me ultimamente em pleno carnaval."

Aquele momento em que você está deitada na cama, acordada às 3h da manhã do domingo, com a pessoa amada abraçada em você e tudo o que você consegue pensar é "acho que isso é estar feliz de verdade".
Um fim-de-semana de urso maravilhoso, como todos ao lado dela.

Minha branquinha.

domingo, 19 de fevereiro de 2012

Sonhei que...

Essa noite sonhei que eu pegava um ônibus até Guarulhos pra ir visitar a minha Lari, mas Guarulhos não era a Guarulhos que eu conheço e outra: ela não mora lá na vida real. Guarulhos parecia uma cidade de perto do deserto, com muita terra vermelha espalhada pelas estradas, um sol de rachar e prédios enormes e sujos.
Pois bem, eu pegava um ônibus, descia no meio do nada e achava a casa dela que parecia muito com a minha casa mas um tanto mais rústica e totalmente branca, como um hospital (vai lá namorar enfermeira). Lá eu dava um beijo nela e a gente começava a conversar enquanto eu lavava toda a louça que estava na pia. Depois a gente conversava e eu conhecia os irmãos dela. O do meio era igual a realidade, mas o mais novo não. O mais novo na verdade era uma menina gordinha vestida de princesa. Aí ela levantava e ia ficar próxima da janela olhando pra fora, e eu pedia pra ela me apresentar a Mozi (Mozi é a gata dela que na verdade se chama Bia). No que ela chamava a Mozi, o pai dela chegava em casa e ela dizia, quase em pânico "nunca dará pra gente ficar aqui em casa" e disse pra eu correr pela porta e sair de casa antes que o pai dela visse (na vida real o pai dela não é a pessoa mais amorzinho da face da terra). Nisso eu saia correndo pela porta e corria até um morrinho em frente à casa dela, só que eu aí eu estava de calcinha e sutiã - até 2 segundos eu estava vestida. Aí eu começava a cantar a música do Legião Urbana que diz "te fiz comida, velei teu sono, fui teu amigo e me diz pra mim o que que ficou". Aí eu me vestia devagar e passava uns tiozinhos nadavê mexendo comigo por eu estar seminua, e eu falava pra mim mesma "tô pior que amante".
Fim.

Essa noite sonhei também com uma pessoa que não conheço pessoalmente mas que ando trocando e-mails e tal, a Adelle (com dois L). Sonhei que na verdade ela era grega e que o nome dela era Adelle Papakoa Papanikolaus. PAPANIKOLAUS. acho que qualquer nome com muitos "p' e alguns "k" e um "s" no final fica bem grego. E no sonho eu via isso numa plaquinha num aeroporto.

Mas sobre meu primeiro dia de carnaval:
Fui na cabelelelelelelelereira e fiz uma progressiva que deixou meu cabelo com um aspecto saudável de peruca. Não vejo a hora de lavar essa tranqueira e não parecer mais Nelson Rodrigues with boobies. Também fiz as unhas dos pés because of reasons. De noite me resumi no meu quarto com a minha Lari e fiquei brincando de globeleza com tinta para pintura de rosto. Mirei na globeleza, atingi os moleques de Black Metal. Eu até colocaria uma foto aqui mas ela me mataria.
Planos para hoje: tarde na casa de um amigo, com muita carne louca (conhecida também como BURACO QUENTE hahaha adoro esse nome, acho muito engraçado).



quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Olha só os "pratos principais" do bandejão desse mês até o presente momento e sua descrição by eu mesma:

01/02: Cubos de carne ao molho vienense (opção: filé de frango grelhado): Na verdade é um monte de pedaço de carne, tudo duro, com uma aguaceira e uns pedaços de algum suposto vegetal boiando. Atente ao fato de ser CUBOS de carne e filé de frango como opção que você vai entender a logística das coisas nos próximos dias.

02/02: Fricassê de frango (opção: bife grelhado): Lembra que tinha frango grelhado? O que sobrou E o que o povo deixou no prato, eles pegam, cortam em pedaços, jogam um creme suspeito e pronto, virou fricassê.

03/02: Carne moída com legumes (opção: filé de frango grelhado): Então, lembram dos CUBOS de carne e do bife de ontem como opção? Voilá.

06/02: Frango xadrez (opção: bife grelhado): Mais uma vez restos de frango bombado com restos da salada de ontem.

07/02: Cubos de copa lombo ao vinagrete (opção: filé de frango grelhado): Cubos de carne de porco que só me lembram CISTICIRCOSE com molho de resto de salada.

08/02: Estrogonofe de carne (opção: filé de frango grelhado): Resto dos bifes de ANTEONTEM cortados em ripas e mergulhados num creme de maizena com maionese, catchup e sangue de cachorro abandonado no campus.

09/02: Iscas de frango ao molho de ervas (opção: bife grelhado): "Iscas". Sei. RESTO DE ONTEM TAMBÉM.

Sério gente, depois que eu comecei a trabalhar aqui meu estômago nunca mais almoçou comida fresca.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Ví no facebook:

"Eu não acredito no sistema no qual vivo, participo e colaboro e é como ato de revolta que reduzo diariamente minhas horas laborais no periodo matutino todos os dias."

Me descreve. Risos.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Me disseram que pra ser boa eu teria que ser a melhor da sala na escola. Eu fui até a 8ª série a melhor aluna daquelas escolas nas quais estudei.
Me disseram, então, que eu deveria aprender outra língua. Aprendi.
Que eu deveria passar em uma ETEC. Passei em 2, ensino médio e ensino técnico.
Que eu devia passar no vestibular de uma boa universidade. Passei em 3, sendo uma pública e duas privadas.
Que eu deveria fazer um curso que gosto. Faço, e gosto.
Que eu deveria ser funcionária pública. Sou há seis meses.

E agora?

Preciso de mais um desafio na vida.

domingo, 8 de janeiro de 2012

Fui assaltada hoje.

‎"As vítimas informam que nesta data foram abordadas no local dos fatos, próximo ao Parque Dom Pedro II, por dois indivíduos desconhecidos, os quais, mediante grave ameaça exercida por meio de um pedaço de ferro que um deles portava, anunciaram o assalto e roubaram os bens acima relacionados.
A vítima MARIANA acrescentou ainda que um dos roubadores lhe empurrou no chão, vindo esta a sofres lesão leve, razão pela qual requisitou-se exame de corpo de delito."