segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Ontem fiquei jogando Fallout 4 até 4:15 da manhã e acabei sonhando que eu raspava a cabeça carequinha por causa de radiação de celular.
Yay.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

1- Sonhei que era muito amiga de Junior (irmão da Sandy) e ele, na zoeira, me mandava uma aranha de papelão com vida própria, que ficava me perseguindo pela casa na tentativa de soltar um feitiço em mim. Feitiço este que se tratava de me deixar do tamanho do André Marques antes da cirurgia bariátrica.
Muito amigo você, Junior.

2- Sonhei que o homem por trás de Bianca Del Rio (a drag queen da sexta temporada de RuPaul's drag race) era o amor da minha vida e eu fazia de um tudo pra ficar com ele. Little did she know.




terça-feira, 24 de novembro de 2015

Tive um sonho esta tarde. Era como se eu estivesse assistindo, como um narrador, sei lá, um homem que dormia e tinha sonhos eróticos e pornográficos bem explicitos e, enquanto sonhava, ficava sonâmbulo e espancava pessoas com uma barra de ferro. O que eu vi eram imagens intercaladas de um homem penetrando o ânus de alguém com um pênis e de repente tô assistindo uma cabeça sendo esmagada com um bastão. Uma língua lambendo alguém e um maxilar voando longe com uma paulada. Nudez e miolos espalhados no asfalto.

Detalhe: o que eu estava fazendo antes de dormir era estudar eletrotécnica enquanto ouvia o programa Cosmos de background.

terça-feira, 17 de novembro de 2015

Título da postagem

Desgraçada querendo mostrar serviço com coisa que ninguém dá a menor importância é o tipo de desgraçada que eu queria meter o tapão na cara sem medo das consequências.
__________


terça-feira, 3 de novembro de 2015

terça-feira, 27 de outubro de 2015

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

E teve esse vez também que eu me inscrevi pra um curso de maquetes na faculdade, passei por entrevista, prova prática, fui selecionada e... fui apenas na primeira aula e nunca mais apareci.

Oops.

terça-feira, 22 de setembro de 2015

Since 1989 burning bridges.

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

"Não soube compreender coisa alguma! Devia tê-la julgado pelos atos, não pelas palavras. Ela me perfumava, me iluminava ... Não devia jamais ter fugido. Deveria ter-lhe adivinhado a ternura sob os seus pobres ardis. São tão contraditórias as flores! Mas eu era jovem demais para saber amar."

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Please, don't let it be him..

Estava hoje voltando da faculdade por volta das 23h30. Quando dobrei a esquina e entrei na minha rua, vi no meio da rua três gatos. Sentados observando de perto o terceiro gato estavam um felino branco igual minha gata Camila e um gato preto que já vi dormindo no meu telhado algumas vezes. O terceiro gato estava deitado no chão com os olhos abertos.
Fui chegando perto e vi que o terceiro gato era um clone do meu outro gatinho de estimação, Nico. Mesma pelagem, mesmo olhos azuis. Mesmo tamanho. Enquanto os outros dois gatos saíram correndo, eu abaixei no meio da rua, já com um sentimento estranho, pra ver melhor o que tinha de errado com o gato.
O gato tinha sido atropelado e estava morto. Arrisquei com a voz trêmula chamar o nome do Nico e cutucar a cara dele, o que me revelou muito sangue do lado que estava encostado no asfalto.

O que eu senti eu não sei explicar direito. Eu senti como se minha mente se dividisse em duas partes. Uma se desesperava com a possibilidade do meu melhor amigo felino estar morto aos meus pés. O outro lado racionalizava pensando "existem muitos gatos com esta pelagem, será que é ele mesmo?". 100% de mim não queria acreditar que era o meu Nico, o meu bebê-gato que estava lá morto no meio da rua em plena quarta-feira. Não podia ser. Não pode ser. Não posso perder meu amigo desse jeito.
Meu coração apertou de um jeito que meu peito doeu.

Peguei o gato nos braços pra tirá-lo do meio da rua e levei-o até a calçada da minha casa e chamei por meu pai, que veio rápido ao meu encontro quando questionei, entre lágrimas, se meu Nico estava em casa ou se tinha saído pra rua. Trouxemos o gato pra dentro da garagem pra ver melhor se era meu gatinho. Meu pai foi procurar dentro de casa se Nico estava por lá dormindo e eu fiquei lá com o bichinho morto. Meu lado surtado já com os olhos inchados de tantas lágrimas silenciosas. Meu lado cético e calmo lembrou-se de cada particularidade do Nico e foi checar se era ele mesmo que tinha encontrando o fim na roda de uma porcaria de carro de um filho da puta que não respeita limites de velocidade.

Eu não me lembro de pedir algo com tanta fé com eu pedi pra Deus que não fosse meu gato alí. "Que não seja meu gato, Deus, por favor, que não seja meu Nico".

-Pelagem tigrada na barriga: não bate.
-Casquinha de machucado em uma pata dianteira: não bate.
Leve alívio.
-Pontinha do rabo torta como se tivesse quebrado algum dia: não bate.
Suspiro.
Mas a sensação ruim continuava, porque meu lado desesperado ainda pensava "mas e se?".

Meu pai continuava procurando o gato dentro de casa enquanto eu colocava o cadaverzinho do animal num saco de lixo, por falta de acomodação melhor.

Foi quando eu estava lavando o sangue das minhas mãos que meu pai avistou o Nico vindo sabe-se lá de que buraco da casa.
Poucas vezes na minha vida eu abracei alguém igual eu abracei esse meu gato. Meu amigo está vivo. Ele está vivo, bem, inteiro.

Posso dizer que um pouco da minha fé se restaurou naquele momento.



Nicodemus, mais conhecido como Nico.

Camila, mais conhecida como Bruxa.

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Ontem descobri um site que estou custando a acreditar que existe.

http://lostallhope.com/

Serviço de utilidade pública? Perigo iminente para pessoas com certas tendências?
Depende do ponto de vista.

segunda-feira, 20 de julho de 2015


PRA MIM VOCÊ MORREU

Att,

Euzinha.

My point of view








terça-feira, 7 de julho de 2015

Meus desenhos bobos direto do meu sketchbook (e eu ainda apanhando um pouco da scanner podrona)

Sobre lembrar de coisas embaraçosas de 8 anos atrás (em média).

Um velho qualquer.

...want none unless you've got buns, hon'.


Baseado na história da menina que só tirava fotos da cintura pra cima e dizia que não tinha pernas só pela zoeira.

"Seu rosto é tão bonito" ah vá se lascar.

Meus desenhos bobos direto do meu sketchbook

No canto direito em cima sou eu sim.

Baseado em seios reais.

Um cara que vi no metrô um dia qualquer.

segunda-feira, 15 de junho de 2015


O corpo humano tem todas as células diferentes das que tinha há sete anos. Células completamente novas, o que quer dizer que hoje você é um "clone" do seu eu de 2008. Uma pessoa totalmente nova.

Só não me contaram que a vida também muda totalmente tão rápido.


terça-feira, 9 de junho de 2015

Foi só depois de muito tempo que eu percebi que eu fui embora da vida de algumas pessoas e não voltei .

quarta-feira, 27 de maio de 2015

Renata Fan de papelão (sei lá como se escreve o nome dela)

Mal comentei sobre a Ana Maria Braga de papelão e eis que chego em casa e:



Muitos sustos foram tomados.



quinta-feira, 9 de abril de 2015

ana maria braga de papelão

quando eu tinha uns 14 anos de idade meu pai trouxe pra casa um ana maria braga de propaganda de lingerie feita de papelão do tamanho natural da própria ana maria. a gente eve essa ana maria braga por alguns meses em casa. a gente deixava ela em cômodos aleatórios da casa pra assustar as pessoas. a pessoa chegava no quarto, acendia a luz e pá! ana maria braga de lingerie.
era essa foto dela:

Só que ela estava de lingerie preta e tinha ela da cabeça aos pés.
eventualmente meu pai levou a ana maria papelão pra loja dele e deixava ela nos fundos da loja pra afugentar possiveis ladrões.

terça-feira, 24 de março de 2015

infância 04

eu tinha 12 anos de idade, um pedaço de tijolo de barro na mão e a rua em frente a casa da minha avó inteira na minha frente pra eu riscar.
eu escrevi um monte de baixaria xingando meu primo franco (esse é o nome dele) em boa parte da rua. xinguei ele de fresco viado bicha bichona baitola ré-no-quibe queima-rosca homossexual viado de novo.

looks like the joke is on me now.


obs: óbvio que todo mundo viu, óbvio que levei um mega esculacho na frente de todo mundo. óbvio que me fizeram apagar com uma vassoura. claro que não apagou e lá ficou um monte de baixaria no asfalto até alguém lavar com mangueira ou a chuva levar embora.

infância 03

eu estava na sexta série e uma garota da minha sala estava fazendo aniversário naquela semana.
n hora da saída, enquanto eu esperava a tia da perua, um menino da minha sala virou e me perguntou:
-você vai na festa da renata?
-que festa?
-não, nada não.

:-)

:'-)


infância 02

eu estava na pré escola e era uma criança meio solitária por opção (até tinha amigos mas as vezes preferia ir sentar sozinha no degrau que tinha na frente da minha sala de aula). um belo dia eu estava lá sentada pensando em qualquer coisa que crianças de seis anos de idade pensam, quando uma menina da minha sala, chamada andréia, me abordou perguntou porque eu estava triste.
eu não estava triste, pra começar.
ai eu disse pra ela que estava triste porque meu cachorro tinha morrido.
eu não tinha cachorro.
choramos juntas.
meu cachorro morreu mais duas vezes aquele ano.

infância 01

eu tenho um desconforto muito grande quando preciso ir ao banheiro em algum lugar que não seja minha casa. banheiro com aquelas cabininhas e divisórias então me deixam ansiosa. tenho a impressão de que quando eu menos esperar alguém vai abrir a porta e me ver com as calças nos joelhos.

recentemente eu tive um estalinho e lembrei de uma coisa que me aconteceu no jardim 2 (cinco anos de idade) e que com certeza me afeta até hoje.

na escolinha que eu estudei, nós tínhamos que pedir pra "tia" levar a gente quando a gente quisesse ir mijar/cagar. nesse dia eu pedi e a tia me levou lá na cabininha do banheiro, me deixou com a porta encostada e foi lá fazer sei lá o quê. pois sorrateiramente um pivete odioso da minha turma foi até o banheiro e BLAM abriu com tudo a porta e ainda chamou todo mundo da sala pra me ver lá sentada na privada toda indefesa com as calças marrons da escolinha pelo joelho. todos riam, menos eu, que gritava pela tia. eventualmente a tia ouviu meus gritos desesperados e foi lá dispersar aquele bando de criança escrota mas eu só me lembro até a parte que riam de mim.
esse pivete do caralho deve ter virado uma droga de um estuprador, nem duvido. zé ruela.
vai tomar no cu, fedelho sem rosto da minha memória.

quinta-feira, 19 de março de 2015

Estamos todos mortinhos da silva e isso aqui é o próprio inferno. Tipo Lost. PARTE 01

Noite de sexta feira alguns meses atrás. Eu estava sentada na plataforma de uma estação de metrô esperando a pessoa amada, e estava meio frio. Eu estava passando meio mal de cansaço e dos enjoos recentes que tenho sentido constantemente, quando eu cheguei numa conclusão desoladora, a qual já dei spoiler no título: estamos todos mortos.
Todos nós morremos em algum momento por volta de 2012, seja lá o motivo. Nós só não percebemos o fato. Por isso de lá pra cá as coisas estão ficando piores, não somente no cenário mundial, mas na esfera de vida particular de cada um. As coisss estão feias e ficando cada vez pior. O sofrimento só aumenta. E talvez a pior parte é que não percebemos nosso estado de alma penada pois o inferno se parece demais com a vida na Terra.

Já são 0:50 de quinta feira e to com gripe demais pra desenvolver as provas e evidências desse fato.

Esse post é um oferecimento do manicômio mais próximo de você.
Hoje eu, tomada pela gripe, não soube dizer se estava dormindo ou sonhando.
Novamente ao passar pelo fabuloso bairro da Penha, vi algo inusitado: um cachorro batendo punheta.
A última coisa estranha que vi na Penha foi um cara beijando um cachorro de língua no meio da praça 8 de Setembro na Av Penha de França. Eu juro que não tô inventando.

terça-feira, 17 de março de 2015

Essa noite eu sonhei que acordava super atrasada pro trabalho. Eu acordava nada menos que 17h, desesperada pois seria o segundo dia que eu faltaria seguido.Eu olhava no celular e lá o 17 ocupando a tela inteira do aparelho. E eu passava o sonho confusa pois sempre que eu olhava no relógio era uma hora diferente. Ví 14h, ví 13h. No fim, acordei às 9:30, duas horas e meia atrasada.

quarta-feira, 4 de março de 2015

Essa noite sonhei que minha noiva estava sendo presa por urinar na rua em público. Eu assistia tudo da TV e e lia ao mesmo tempo um jornal. A parte engraçada é que ela estava sendo presa de pijamas, e na foto do jornal, o pijama dela tinha minha cara estampada bem grande na camiseta dela. Ai eu ia visitá-la na prisão, que era tipo um hospital público bem pobrinho, e eu ria dela falando "mas presa por mijar em público e usando pijama com minha cara estampada?".
Fim.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Seria realmente engraçado se a primeira guerra interestelar fosse por outros planetas e outros seres de vida inteligente descobrissem que o planeta Terra tem desde sabe-se lá quando realizado concursos de "Miss Universo" e nunca jamais ter chamado outra espécie de humanóide pra competir, fazendo assim a maior marmelada do espaço.

Mas acho que se brigassem por isso não seriam tão inteligentes quanto o esperado.