segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Um sonho violento e um sonho nojento.

Essa noite tive um sonho bem esquisito.
Sonhei que estava dormindo na cobertura de um prédio. Não num quarto nem em uma cama, mas na cobertura de um prédio comercial bem alto, debaixo de uma espécie de marquise, usando um papelão de colchão e um cobertor verde pra me cobrir. Junto de mim estava uma velha que queria roubar meu cobertor porque, segundo ela, eu estava na rua porque queria e não porque precisava. Ela pegava meu cobertor e puxava pra ela e eu gritava bem brava "devolve o meu coberto, véia desgraçada", e ela "pra que você quer ele?" e eu "porque eu tô com frio, demônio". Quando ela se enrolou na minha coberta, eu catei velha, cobertor e tudo, e pendurei do parapeito da cobertura, e a velha ficou pendurada pelos pulsos enrolados na coberta. Eu olhava a velha chorando pedindo pra não morrer e observava as pessoas passando lá em baixo, bem pequenas. Lembro de ter pensado "mato essa velha folgada ou não?".
Não matei, puxei ela de volta e ela me devolveu meu cobertor verde.
Na cena seguinte deste sonho, eu estava tentando descer desse prédio sem ser vista, pegando escadas de incêndio pra tentar escapar de lá ilesa. Consegui sair por uma porta que dava num quintal de terra cheio de galinhas e ovos.
Aí acordei.


Noite passada eu sonhei que estava em um lugar que parecia um corredor, algum pedaço de estação de metrô e um uma parte da minha casa, tudo misturado. Sonhei que tinha um monte de gente indo na mesma direção que eu, quase em fila. Só que eu ia meio que escalando as paredes pra não ter que pisar no chão pois o chão estava coberto de ratos, baratas e aranhas, vivos e mortos (pisoteados), e sangue. Era bem nojento, e eu ficava com muito nojo de pisar alí e, principalmente, de acabar caindo no meio da nojeira toda e acabar pisoteada. Lembro que minha namorada estava junto e eu fazia de tudo pra ela não olhar pra baixo e não cair. A gente tinha que sair dalí.
Aí eu acordei.

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