domingo, 22 de abril de 2018

Traveling Solo 01, Dia 03, 04 e 05.

No terceiro dia de viagem eu resolvi que iria pra Paraty, no Rio de Janeiro, que fica há cerca de 1 hora e 25 minutos da onde eu estava em Ubatuba.
Chegar de carro lá foi tranquilo, até porque boa parte do caminho tem o limite de velocidade de 40 km/h, e a velocidade máxima na maior parte do trecho da estrada é de 80 km/h, e eu respeito o limite bonitinho.
Pois chegando lá, nem 10 minutos passeando na cidade, já me abordaram em inglês perguntando se eu "speak english". Respondi "fi, sou brasileira".
Enfim, resolvi dar um rolê de barquinho pra aproveitar o dia. Ficou 53 reais a passagem de barco, sendo esses 3 reais uma taxa que, segundo o guia, o prefeito "embolsa" de todo mundo pro barco poder atracar no cais.
Foi bem legalzinho o passeio, tinha um inglês no barco que era a cara do cantor Sting, teve um cara que quase se afogou porque superestimou suas habilidades de nadador e teve uns lugares bem bonitinhos. Mas fazer esse tipo de passeio sozinha é levemente entediante, principalmente quando só tem casal no barco e você é a única pessoa sozinha que todo mundo duvida se fala português ou não. Fomos numas quatro ou cinco localizações mas eu nem lembro o nome de nenhuma direito, acho que tinha Ilha da Lula e Praia Vermelha no meio.


Bateu maior vontade de me jogar aqui mas aí até me acharem eu estaria podre e inchada e ficaria feiona no caixão.

Acho que essa aqui é a ilha do Prumirim, numa parada que eu fiz na beira da estrada.


Sei lá que igreja é essa, mas fica em Paraty perto do Cais 


Uma ilha de algum podre de rico qualquer


"Áquario natural" ou algo do tipo, sei lá.

Uns peixes e um mulher lá qualquer


Derrama, senhor.

Fiquei pensando no que os índios viram quando os portugueses resolveram aparecer aqui.

Praia vermelha, sei lá


Segundo s histórias bíblicas, Lúcifer era conhecido como Estrela da Manhã ou algo do tipo, antes dele ser botado pra correr do céu.



A trouxa se sentindo Amir Klink


Cais

Linda Paraty, pena que dá pra torcer o pé várias vezes.




Voltei pra Ubatuba no mesmo dia e, no dia seguinte, resolvi ir pra ilha do Prumirim mas até parece que ia dar certo e o mar estaria de boa e limpinho. Estava turvo, arrastando e não tinha nada pra fazer lá.




Aqui eu já estava perdendo a vontade de existir de novo



Voltei cedo, cheguei em casa e até queria ir pra piscina um pouco mas o cansaço e o desânimo me venceram e eu acabei dormindo das 16h até umas 20h, pra acordar, comer e voltar a dormir.
Yay.

Voltei no dia seguinte porque estava de saco cheio já.

Essas foram as minhas maravilhosas aventuras na solidão, recomendo a todos.

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